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CRÍTICA | PECADOS ÍNTIMOS
O subúrbio americano, com suas belas casas, gramados impecáveis e cercas brancas, sempre foi cenário para o cinema abordar as relações humanas e os casamentos da classe média. Em Beleza Americana, Sam Mendes explorou crises existenciais e problemas no casamento de Lester e Carolyn, que aparentavam ter uma relação perfeita. Já o filme em questão, Pecados Íntimos, evita mostrar o clichê dos casamentos perfeitos, trazendo uma abordagem mais real e moderna dos relacionamentos, mo
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
20 de set.4 min de leitura


CRÍTICA | O ALBERGUE
Lançado em 2006, O Albergue foi responsável por popularizar um subgênero do terror que ainda nem tinha nome específico, o “torture porn”, filmes com cenas de tortura, gore, mutilações, e violência explicita – na verdade, o primeiro Jogos Mortais já havia dado um passo inicial, esse estilo de filme se popularizou mesmo com O Albergue -. Dirigido por Eli Roth, que anteriormente havia dirigido o cultuado Cabana do Inferno (2002), e produzido por Quentin Tarantino, “Hostel” divid
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
9 de set.4 min de leitura


CRÍTICA | VIAGEM MALDITA
Assim como o subgênero slasher ganhou destaque na segunda metade da década de 90, os filmes de terror dos anos 2000 também foram uma boa época para gênero: enquanto na primeira metade os remakes japoneses e o horror sobrenatural ganharam forças, a segunda metade foi a vez do “torture porn” – filmes com mutilações corporais, violência extrema, e muito sangue -, como Abismo do Medo, O Albergue, Jogos Mortais, entre outros. Vale mencionar que nesse mesmo período, o “found footag
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
6 de set.3 min de leitura


CRÍTICA/ ESPECIAL | TRÓIA (2004)
As duas maiores obras do poeta grego Homero são “A Ilíada”, que narra a famosa guerra de Tróia, e a trajetória do lendário guerreiro Aquiles, e “A Odisseia”, que narra o retorno de Odisseu/Ulisses para a ilha de Ítaca após a queda de Tróia, enfrentando criaturas mitológicas e a fúria dos Deuses. Em 2004, o diretor Wolfang Petersen lançou a sua versão de A Ilíada com Tróia, estrelado por Brad Pitt, Eric Bana, e Orlando Bloom, considerada uma das últimas grandes produções de ép
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
14 de jul.8 min de leitura


CRÍTICA | SINAIS
Com o lançamento de O Sexto Sentido, em 1999, o diretor indiano naturalizado nos EUA, M. Night Shyamalan despontou em Hollywood como um dos cineastas mais promissores na época, e a cada lançamento de seus filmes, era envolto de grandes expectativas pelo público e pela crítica. Seu último filme realmente bom – ainda que tenha um final discutível -, foi A Vila, lançado em 2004, e a partir de então, a qualidade dos filmes de Shyamalan iam decaindo, sendo um que outro melhorzinho
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
13 de mai.4 min de leitura


CRÍTICA | TODO MUNDO EM PÂNICO 4
A franquia Todo Mundo em Pânico se consagrou como uma das melhores comédias que satirizavam outros filmes, e chegamos agora no quarto – e último (pelo menos com o elenco principal) – filme da franquia, que termina o arco de Cindy Campbell e Brenda Meeks. Shawn e Marlon Wayans assumiram a produção dos dois primeiros filmes, que tinham humor mais escrachado, ácido, e muitas piadas de mau gosto (o segundo principalmente), mas que caíram no gosto do público. No terceiro filme, os
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
15 de abr.4 min de leitura


CRÍTICA | TODO MUNDO EM PÂNICO 3
Até o lançamento do segundo filme da franquia “Scary Movie”, em 2001, os filmes já haviam arrecadados pouco mais de U$ 400 milhões nas bilheterias mundiais, e conquistaram fãs assíduos desse humor escrachado e polêmico, mesmo que os críticos especializados odiassem a franquia. Apesar do segundo filme arrecadado menos do que o primeiro, um terceiro capítulo já estava em produção, porém, a surpresa foi que os criadores (os irmãos Wayans) deixaram o controle da franquia. Motivos
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
11 de abr.4 min de leitura


CRÍTICA | TODO MUNDO EM PÂNICO 2
Os irmãos Wayans não esperavam que o primeiro Todo Mundo em Pânico faria sucesso, tanto é que não planejavam nenhuma continuação – até no cartaz americano dizia isso -. O humor escrachado e a paródia dos filmes de terror fisgou o público que a tempos não via uma comédia tão absurda e engraçada, com diversas críticas sociais, e piadas politicamente incorretas que não seriam bem aceitas nos dias de hoje. Com mais de U$ 270 milhões arrecadados do primeiro filme, os irmãos Wayns
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
8 de abr.4 min de leitura


CRÍTICA | TODO MUNDO EM PÂNICO
Muito se fala que estamos na “era do cancelamento”, que falas e atitudes que lá nos anos 2000, anos 90, para trás, eram mais “aceitáveis” e comuns, hoje em dia soariam problemáticas e erradas – e sim, muitas delas realmente são -. No âmbito cinematográfico, diversos filmes seriam mal interpretados nos dias de hoje, e “Todo Mundo em Pânico”, de 2000, certamente iria fracassar nas críticas e nas bilheterias. Não que o filme de 2000 foi ovacionado pela crítica especializada (rec
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
5 de abr.5 min de leitura
O MARAVILHOSO MUNDO DA SÉTIMA ARTE
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