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CRÍTICA | INSACIÁVEL
Insaciável, novo filme da diretora americana-australiana Natalie Erika James, aborda um tema muito comum nos dias de hoje: o padrão de beleza que a sociedade exige, principalmente das mulheres, e tudo o que as pessoas são capazes de fazer para conseguirem ter o corpo perfeito. Em 2024, Coralie Fargeat explorou esse tema em A Substância, que utilizou elementos do body horror para criar sua história, mas com uma abordagem diferente: o filme de Fargeat mostrava que a sociedade p
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
7 de ago.3 min de leitura


CRÍTICA | DAYLIGHT
Os filmes catástrofe eram muito comuns na década de 1970, se estabelecendo como um subgênero marcante, divertido e previsível que lotava as salas de cinema. Filmes como O Destino de Poseidon e Inferno na Torre estabeleceram as regras básicas desse cinema de destruição: coloque um grupo de pessoas desconhecidas (e algum animal de estimação) em um ambiente qualquer — geralmente fechado — e destrua o cenário ao redor de alguma forma, seja por falha técnica ou desastre climático.
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
4 de ago.4 min de leitura


CRÍTICA | HOMEM-ARANHA: UM NOVO DIA
A característica principal – e clássica – do Homem-Aranha era ser o “amigo da vizinhança”, um herói que sempre ajudava a combater os crimes de NY, e principalmente os moradores do seu bairro onde cresceu. Desde a introdução do herói no Universo Cinematográfico da Marvel, essa característica acabou se perdendo, focando mais em fazer ligações com outros filmes do MCU, e principalmente em se conectar com os eventos de os Vingadores, além de a trama depender bastante de outros he
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
31 de jul.5 min de leitura


CRÍTICA | A ODISSEIA (2026)
A Ilíada e A Odisseia são consideradas duas das maiores obras da literatura mundial: a primeira, narra a famosa guerra de Tróia, culminando na queda da cidade, introduzindo Aquiles, Helena, e o cavalo de madeira, enquanto A Odisseia narra o retorno de Odisseu para sua casa em Ítaca após vencer a guerra em Tróia, enfrentando criaturas mitológicas e a fúria dos Deuses. Existem algumas adaptações para o cinema e para a TV (principalmente para a TV) dessas obras escritas pelo poe
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
17 de jul.6 min de leitura


CRÍTICA/ ESPECIAL | TRÓIA (2004)
As duas maiores obras do poeta grego Homero são “A Ilíada”, que narra a famosa guerra de Tróia, e a trajetória do lendário guerreiro Aquiles, e “A Odisseia”, que narra o retorno de Odisseu/Ulisses para a ilha de Ítaca após a queda de Tróia, enfrentando criaturas mitológicas e a fúria dos Deuses. Em 2004, o diretor Wolfang Petersen lançou a sua versão de A Ilíada com Tróia, estrelado por Brad Pitt, Eric Bana, e Orlando Bloom, considerada uma das últimas grandes produções de ép
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
14 de jul.8 min de leitura


CRÍTICA | A MORTE DO DEMÔNIO: EM CHAMAS
O primeiro A Morte do Demônio, lançado em 1981, provavelmente é o maior filme de horror trash do cinema, um verdadeiro clássico do gênero que ficou marcado pelas cenas grotescas e nojentas, principalmente por usar efeitos práticos ao invés da computação gráfica. Dirigido por Sam Raimi, o filme originou uma bem-sucedida trilogia, além de uma refilmagem em 2013 (muito boa por sinal), uma continuação em 2023, intitulado de “A Ascensão”, e uma série chamada “Ash vs. Evil Dead”, e
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
10 de jul.3 min de leitura


ESPECIAL | FÚRIA DE TITÃS (1981)
Criaturas mitológicas, Deuses manipuladores, tragédias inevitáveis, honra e destino: a mitologia grega sempre fascinou o público pela sua grandiosidade épica com histórias fantásticas, como a guerra de Tróia, a lenda de Hércules, e o mito de Prometeu. Entre essas lendas está a história de Perseu, um semideus (filho de Zeus) que enfrenta monstros mitológicos para salvar a sua amada, Andrômeda, e que foi adaptada para os cinemas no filme de 1981, Fúria de Titãs – tem também uma
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
5 de jul.6 min de leitura


CRÍTICA | SUPERGIRL
Quando assumiu o comando da DC, James Gunn tinha a difícil tarefa de recolocar o nome do estúdio nos holofotes após uma sequência de produções que fracassaram, tanto de crítica quanto comercialmente. Fugindo daquela pegada mais sombria do universo de Zack Snyder, Gunn deu o pontapé inicial com o “carro chefe” da DC, Superman, lançado em 2025, entregando uma aventura mais alto astral e que realmente lembra um filme de super-herói, como os filmes clássicos estrelados pelo etern
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
26 de jun.4 min de leitura


CRÍTICA | TOY STORY 5
Quando o primeiro Toy Story estreou em 1995, o filme revolucionou o cinema ao ser a primeira animação completamente feita em computação gráfica (CGI), além de ser o primeiro longa-metragem da Pixar. E como de costume nos filmes do estúdio, Toy Story tinha uma mensagem mais profunda, uma lição de vida, não tão adulta quanto Divertida Mente, ou Viva – A Vida é uma Festa: a franquia do xerife Woody e do patrulheiro espacial Buzz Lightyear abordava o crescimento e amadurecimento
Paulo Ricardo Cabreira Sobrinho
19 de jun.4 min de leitura
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